terça-feira, 22 de fevereiro de 2011




Ela, com toda aquela solidão, com aquela quietude de “não quero saber de nada”, esconde tantos segredos quanto qualquer um que grita seus problemas para o mundo querendo que o mundo resolva por ele. Ela vive em uma guerra psicológica interminável entre a insegurança e o excesso, entre o ser e o não ser e se deve ou não fazer algo a respeito do nada. Ela é muito mais forte do que aparenta. Muito mais forte do que ela mesma pensa ser.

Ando só




Ando só com meus pensamentos proibidos. 
Ando só com meus ideais, minha sede de ser feliz.
Ando só na minha mania de querer estar com alguém. 
Ando só mesmo quando alguém anda comigo. 
A minha solidão é crônica. 
Me persegue nas maiores multidões. A minha solidão é obcessiva. 
É neurótica, porque quando não estou só, procuro está.
Ando só na minha loucura de pensar em coisas que não devia. 
Ando só porque sonho demais. 
O mundo tem vácuos que são preenchidos por dor, e ilusão. 
E eu me preencho no meu próprio vácuo com a minha solidão.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Quando tá escuro e ninguém te ouve
Quando chega a noite e você pode chorar
Há uma luz no túnel dos desesperados
Há um cais de porto pra quem precisa chegar
Eu tô na lanterna dos afogados
Eu tô te esperando, vê se não vai demorar...

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011


"Isto está tomando nosso tempo novamente
Voltar, nós não podemos voltar atrás,
Isto está tomando nosso tempo, tomando nosso tempo


Você poderia me lembrar de um tempo em que éramos tão vivos?
Você se lembra disso? Você se lembra disso? "

Franklin - Paramore

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011


Alguns dias fico sentado e me pergunto o que se passa fora da minha porta
Alguns dias este mundo louco do qual eu não quero fazer parte lá fora,
Bem distante, todos estão com urgência
Mas do lado de fora da minha janela tudo parece perfeito para mim
Então por que o resto do mundo não pode ser mais parecido a esquina da minha rua?
Onde os problemas são meio simples
Onde as pessoas não se importam com quem você é,
De onde você é eles são daltônicos
Daltônicos na esquina da minha rua
Em um belo dia como este eu queria que todos apenas vissem a minha paisagem
De todas as pessoas que eu vejo todo mundo sabe exatamente o que fazer,
Hmm.. A mais de um quarteirão de distância as pessoas dizem que estão clamando por ajuda
Mas aqui nós não podemos ouvi-los todo mundo só está se divertindo, é
Então por que o resto do mundo não pode ser mais parecido com a esquina da minha rua?
Como um doce simples, sim, é
Pessoas são daltônicas, daltônicas
Na esquina da minha rua, as pessoas geralmente são muito gentis
Eu acredito que um mundo pode ser tão bom e tranquilo o tempo todo
Todo o tempo
Esquina da minha rua continua assim
Você não precisa trazer nada,
Apenas um pouco de amor e uma mente aberta, abra sua mente
A esquina da minha rua, as pessoas não se importam com a cor de sua pele,
Pessoas são daltônicas, com o canto da minha rua,
Não importa o que está em você ? Então, você poderia vir por aí.
E se você não pode realizar algo, está tudo bem, irmão
Você poderia me dizer o que o canto da rua, você está aqui como na
Esquina da minha rua, esquina da minha rua,
Esquina da minha rua........

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

"Amor sincero tenho dentro de mim
Pra te dar, é só você querer e arriscar
Pois não é ilusão,nem tão pouco atração
É mais forte do que pode pensar,
Não sabe o quanto já sofri por amor
Conheço bem essa dor que destrói
E causa insegurança demais;
Pra você superar, tem que uma chance se dar
E não ter medo de se apaixonar...
Deixa eu te amar"